Imbituba viveu na manhã desta quinta-feira (19) um marco na educação do município com a implantação da primeira escola cívico-militar da cidade, na E.E.B. Engenheiro Álvaro Catão, no bairro no bairro Vila Nova Alvorada (Divinéia).
A cerimônia contou com a presença do prefeito Michell Nunes, do secretário de Educação, Esporte e Juventude, Josué Espezim, da coordenadora regional de Educação, Eloise Machado de Souza Alano, do secretário de Segurança Pública, Trânsito e Fiscalização, Adriano dos Passos Silva, Christiano Lopes de Oliveira, presidente da SCPAR Porto de Imbituba, de representantes da escola, dos vereadores Paulo Sete, Darlan Back e Thiago Rosa e outras autoridades.
O período de matrículas para novos alunos já está encerrado e as aulas começaram nesta quinta-feira para todos os alunos da instituição. Ao todo, a escola conta com 21 turmas e mais de 500 alunos, com cerca de 50 professores e servidores.
Escolas Cívico-Militares
Instituído em 2023 pelo Governo de Santa Catarina, o Programa Estadual das Escolas Cívico-Militares vem consolidando e ampliando esse modelo educacional no estado. A iniciativa manteve as nove unidades que já funcionavam vinculadas ao antigo Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (PECIM) e passou a expandir gradualmente a rede.
Atualmente, Santa Catarina conta com 26 escolas que adotam o modelo cívico-militar, distribuídas em diferentes regiões. A proposta é fortalecer o ambiente escolar por meio de uma gestão integrada, mantendo a condução pedagógica sob responsabilidade dos profissionais da educação e contando com o apoio de militares em atividades administrativas e formativas.
As instituições permanecem vinculadas à Secretaria de Estado da Educação (SED), que coordena o currículo, o corpo docente e o projeto pedagógico. O diferencial está na atuação de militares, que colaboram em ações voltadas à organização escolar, prevenção da evasão e promoção de valores como cidadania, ética, solidariedade e civismo.
O modelo tem origem no PECIM, criado pelo Ministério da Educação em parceria com o Ministério da Defesa para apoiar a melhoria da gestão escolar e do desempenho dos alunos. Nesse formato, os militares não assumem a função de professores, mas atuam no suporte à gestão e ao ambiente educacional.
Mesmo após a descontinuidade do programa federal, Santa Catarina optou por manter e estruturar a política com recursos próprios, atendendo à demanda de famílias e comunidades escolares que manifestaram interesse na continuidade do modelo, como Imbituba, a partir de agora.
Fonte:Diretoria Executiva de Comunicação e Inteligência
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