O dólar fechou em queda de 0,17>#/b### nesta segunda-feira (20), cotado a R$ 4,9746 — menor valor em mais de dois anos. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, subiu 0,20>#/b###, aos 196.132 pontos.
O movimento ocorre em meio a sinais contraditórios sobre os rumos da guerra no Oriente Médio. De um lado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que um acordo com o Irã deve acontecer “relativamente rápido”. De outro, o país disse ver dificuldades nas negociações diplomáticas.
A dois dias do fim do frágil cessar-fogo, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, afirmou que “contínuas violações”, além de “comportamentos ilegais e posições contraditórias” dos EUA, representam um “grande obstáculo” à continuidade do processo diplomático.
No domingo, os EUA interceptaram e atacaram um navio cargueiro iraniano. Segundo Donald Trump, a embarcação tentou furar um bloqueio naval americano no Golfo de Omã.
▶️ Em meio à escalada das tensões, Teerã prometeu retaliar e colocou em dúvida a participação na nova rodada de negociações de paz, prevista para começar nesta segunda-feira. Poucas horas depois, o Paquistão disse à Reuters que recebeu sinal positivo do Irã sobre participação nas tratativas.
▶️ Trump negou estar sob pressão para fechar um acordo com o Irã, mas indicou avanço nas negociações. “Não estou sob pressão alguma, embora tudo vá acontecer relativamente rápido”, escreveu em rede social.
▶️ Segundo fontes do canal Al Jazeera, o vice-presidente dos EUA, JD Vance, deve desembarcar no Paquistão nesta terça-feira (21) para participar de negociações relacionadas ao conflito.
- Diante de sinais contraditórios sobre a guerra — especialmente em relação aos bloqueios no Estreito de Ormuz, principal rota global do petróleo —, o preço do tipo Brent, referência internacional, avançava 5,32>#/em### por volta das 16h, cotado a US$ 95,19 o barril.
▶️ No Brasil, agentes do mercado financeiro elevaram as projeções de inflação e de juros para 2026, em meio à intensificação da guerra no Oriente Médio.
Palavras-chave
intensificação da guerra no Oriente Médio.






