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Por que turistas precisam pagar até R$ 191 para curtir pequeno paraíso no Litoral de SC? Meio Ambiente

Por que turistas precisam pagar até R$ 191 para curtir pequeno paraíso no Litoral de SC?

25-12-2025 há 3 mêses

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Bombinhas, no Litoral Norte de Santa Catarina, é um dos destinos mais procurados do Brasil durante o verão. Com águas cristalinas, areia branca e natureza preservada, a cidade é conhecida como o “Caribe brasileiro”. Mas para acessar esse paraíso, turistas precisam pagar uma taxa que pode chegar a R$ 191,50 — o chamado pedágio ambiental em Bombinhas.

A cobrança é feita por meio da Taxa de Preservação Ambiental (TPA), tributo municipal criado em 2013 com o objetivo de compensar os impactos causados pelo aumento do fluxo de visitantes durante a alta temporada. A taxa é aplicada anualmente entre 15 de novembro e 15 de abril do ano seguinte.

Como funciona o pedágio ambiental em Bombinhas

Turistas pagam pedágio ambiental em Bombinhas para ajudar na preservação das praiasFoto: Cristian Cruz/PMBTuristas pagam pedágio ambiental em Bombinhas para ajudar na preservação das praiasFoto: Cristian Cruz/PMB

Diferente de um pedágio convencional, a TPA é cobrada sem barreiras físicas. A entrada de veículos é monitorada por um sistema eletrônico de leitura de placas, semelhante a radares. Após o registro, o motorista tem até 30 dias para pagar a taxa sem juros ou multa, por meio do site da prefeitura, aplicativo oficial ou pontos de atendimento autorizados.

Conheça o pedágio ambiental que turistas pagam para entrar em Bombinhas

Por que pedágio ambiental em Bombinhas pode custar até R$ 191

Bombinhas, no Litoral Norte de Santa Catarina, é um dos destinos mais procurados do Brasil durante o verão. Com águas cristalinas, areia branca e natureza preservada, a cidade é conhecida como o “Caribe brasileiro”. Mas para acessar esse paraíso, turistas precisam pagar uma taxa que pode chegar a R$ 191,50 — o chamado pedágio ambiental em Bombinhas.

A cobrança é feita por meio da Taxa de Preservação Ambiental (TPA), tributo municipal criado em 2013 com o objetivo de compensar os impactos causados pelo aumento do fluxo de visitantes durante a alta temporada. A taxa é aplicada anualmente entre 15 de novembro e 15 de abril do ano seguinte.

Como funciona o pedágio ambiental em Bombinhas

Diferente de um pedágio convencional, a TPA é cobrada sem barreiras físicas. A entrada de veículos é monitorada por um sistema eletrônico de leitura de placas, semelhante a radares. Após o registro, o motorista tem até 30 dias para pagar a taxa sem juros ou multa, por meio do site da prefeitura, aplicativo oficial ou pontos de atendimento autorizados.

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O valor da TPA varia conforme o tipo de veículo. Veja os preços atualizados:

  • Motocicletas: R$ 4,50
  • Carros de passeio: R$ 38,00
  • Utilitários (como caminhonetes): R$ 57,00
  • Vans, micro-ônibus e motorhomes: R$ 76,50
  • Caminhões: R$ 114,50
  • Ônibus de turismo: R$ 191,50

A taxa é válida por 24 horas corridas a partir da primeira entrada registrada no sistema. A cada novo ingresso após esse período, uma nova cobrança é gerada.

Para onde vai o dinheiro arrecadado com a TPA

Paraíso com preço: veja por que Bombinhas cobra pedágio ambientalFoto: Sectur Bombinhas/NDParaíso com preço: veja por que Bombinhas cobra pedágio ambiental

Segundo a Prefeitura de Bombinhas, todo o valor arrecadado com o pedágio ambiental em Bombinhas é destinado exclusivamente a ações de preservação ambiental. Entre os investimentos previstos estão:

  • Infraestrutura urbana com foco ambiental
  • Programas de educação ambiental
  • Limpeza pública e coleta seletiva
  • Saneamento básico
  • Conservação de ecossistemas naturais

A prestação de contas é divulgada anualmente no Portal da Transparência do município.

Isenções e suspensão para veículos adicionais

Bombinhas investe arrecadação da TPA em ações de preservação ambientalFoto: Louise Stefany/Sectur Bombinhas/NDBombinhas investe arrecadação da TPA em ações de preservação ambientalFoto: Louise Stefany/Sectur Bombinhas/ND

Estão isentos da TPA veículos licenciados em Bombinhas e Porto Belo, prestadores de serviços, trabalhadores locais, concessionárias de serviços públicos e proprietários de imóveis cadastrados.

No entanto, uma decisão recente do TCE-SC (Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina) suspendeu a isenção para veículos adicionais cadastrados por locatários de imóveis.

A medida foi tomada após auditoria identificar fraudes no sistema, como o uso de uma mesma inscrição imobiliária para cadastrar até 10 veículos. A suspensão visa evitar perdas na arrecadação e garantir o uso correto do benefício.

Palavras-chave
garantir o uso correto do benefício.



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