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Trump não reforça Flávio Bolsonaro como ‘presidente do Brasil’, mas vê injustiça cometida: ‘Ele e sua família’ Geral

Trump não reforça Flávio Bolsonaro como ‘presidente do Brasil’, mas vê injustiça cometida: ‘Ele e sua família’

28-10-2026 • há 13 horas

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Donald Trump, após Flávio Bolsonaro se manifestar publicamente em relação à saída do Brasil, adotou uma postura cautelosa. Por conta disso, o trecho em que o senador se declarou o “verdadeiro presidente eleito” na disputa com Lula, posteriormente alterado, não ganhou ênfase. Apesar da postura discreta sobre o discurso polêmico, Trump voltou a suspeitar da eleição no Brasil. Além disso, o presidente dos Estados Unidos avalia que Flávio Bolsonaro e seus familiares não foram tratados de forma correta no país.“Não vou comentar isso. Nós demos a ele uma autorização para entrar no país. Mas não vou me envolver. Foi uma eleição muito estranha, isso é certo”, disse Trump. “Como vocês sabem, não tomei partido na eleição. Mas, quando vejo algo inadequado, eu aponto. Achei que ele e sua família foram tratados de forma muito injusta”, prosseguiu.

Postura de Trump sobre a eleição no Brasil motiva forte resposta

Anteriormente, Trump mencionou que a eleição presidencial no Brasil “passou uma imagem péssima para o mundo”. Mesmo assim, o presidente dos Estados Unidos fez questão de valorizar a relação desenvolvida com Lula.

“Eleições têm que ser incontestáveis, e me pareceu muito ruim. Não tomei partido, não apoiei ninguém nem nada, mas acompanhei a eleição. Pareceu algo tão, mas tão corrupto, algo terrível […] Eu gosto do Lula, me dou muito bem com ele. Só acho que pareceu muito ruim. A eleição, a maneira como foi organizada, a extensão, foi muito estranha”, opinou. Reagindo ao discurso de Trump, Geraldo Alckmin ressaltou que não houve provas apresentadas de que a reeleição de Lula ocorreu de forma irregular. Sendo assim, a utilização das urnas eletrônicas ganhou a devida valorização por parte do vice-presidente.

Postura de Trump presidencial no Brasil “passou uma imagem péssima para o mundo”. Mesmo assim, o presidente dos Estados Unidos fez questão de valorizar a relação desenvolvida com Lula.

“Eleições têm que ser incontestáveis, e me pareceu muito ruim. Não tomei partido, não apoiei ninguém nem nada, mas acompanhei a eleição. Pareceu algo tão, mas tão corrupto, algo terrível […] Eu gosto do Lula, me dou muito bem com ele. Só acho que pareceu muito ruim. A eleição, a maneira como foi organizada, a extensão, foi muito estranha”, opinou.

Reagindo ao discurso de Trump, Geraldo Alckmin ressaltou que não houve provas apresentadas de que a reeleição de Lula ocorreu de forma irregular. Sendo assim, a utilização das urnas eletrônicas ganhou a devida valorização por parte do vice-presidente.

“Totalmente equivocada, né? Primeiro não se interfere na política de outro país. Essa é uma regra basilar. Segundo, não tem nenhum referencial para dizer isso. Aliás, o Brasil é um exemplo para o mundo. De urna eletrônica, de segurança jurídica. Democracia é assim. Você ganha eleição, você perde a eleição, é o povo que decide. Mas o caminho é o caminho da negociação”, rebateu Alckmin à Rede Vanguarda.

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rebateu Alckmin à Rede Vanguarda.



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