A situação da BR-101 em Santa Catarina segue crítica e revolta motoristas há anos. Filas intermináveis, gargalos históricos e trechos saturados transformam a rodovia em um dos maiores problemas logísticos do estado, especialmente em períodos de grande movimento. Que por sinal ceifou e ceifa muitas vidas em acidentes, devido o grande fluxo, que não depende mais de datas festivas que gera maior movimento. A situação é diária com engarrafamentos atrasando inclusive todo setor econômico e saúde e emergencial.

Nos bastidores, cresce a expectativa por investimentos no transporte ferroviário como alternativa para desafogar a rodovia. A proposta prevê a ampliação da malha ferroviária ( conforme várias entrevistas dadas pelo governador e pelo secretário Beto Martins ), e a criação de “portos secos”, onde caminhões fariam o transporte das cargas por trajetos menores após a chegada pela malha ferroviária, reduzindo significativamente o fluxo pesado na BR-101.

A iniciativa é defendida pelo governador Jorginho Mello e pelo ex-senador Beto Martins, atual secretário de Estado de Portos, Aeroportos e Ferrovias de Santa Catarina. A gestão estadual trabalha no desenvolvimento da concretização do projeto ligando as malhas viárias já existentes no estado, para melhorar a logística e o escoamento de cargas. Vale salientar que não ficaria apenas em Santa Catarina, haveria ligação com outros estados vizinhos à Santa Catarina.

Apesar das discussões e estudos em andamento, ainda não há obras concretas em execução para resolver o problema histórico da BR-101, enquanto a população continua enfrentando congestionamentos e prejuízos diários.
Palavras-chavecongestionamentos e prejuízos diários.





