O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) deu mais um passo concreto na agenda de sustentabilidade ao investir na geração própria de energia solar em sua sede, localizada em Florianópolis. A iniciativa faz parte de um projeto mais amplo do Poder Judiciário catarinense para reduzir custos operacionais, diminuir o impacto ambiental e ampliar o uso de fontes renováveis.
Ao longo de 2025, foi instalada uma usina fotovoltaica na Torre I da sede do TJSC, na Capital, com potência de 50 kWp. A estrutura passa a produzir energia limpa diretamente no prédio do Tribunal, contribuindo para a redução do consumo de eletricidade da rede pública e para a eficiência energética do Judiciário em Florianópolis.
O projeto atende às diretrizes estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e está alinhado às políticas socioambientais adotadas pela instituição. A iniciativa também segue os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, especialmente os de número 7, que trata do acesso à energia limpa e acessível, e 11, voltado ao desenvolvimento de cidades mais sustentáveis.
A adoção da energia solar na sede do TJSC em Florianópolis se soma a outras ações estruturais voltadas à modernização e à responsabilidade ambiental. A geração própria permite diminuir a pressão sobre o sistema público de distribuição de energia elétrica e contribui para um funcionamento mais sustentável das atividades judiciais.
O planejamento institucional prevê a expansão do projeto a partir de 2026, com a instalação de novas usinas fotovoltaicas em outras unidades do Judiciário catarinense. A proposta é ampliar gradualmente a produção de energia limpa, mantendo o padrão de usinas entre 50 e 60 kWp, semelhantes à instalada em Florianópolis.
A reportagem acompanha as iniciativas sustentáveis desenvolvidas na Capital e segue apurando os impactos positivos do uso de energia renovável em prédios públicos de Florianópolis, especialmente no setor judiciário.


especialmente no setor judiciário.





