O ministro André Mendonça, vice-presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), foi sorteado relator de uma ação relacionada à quebra de sigilo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de familiares.
Após a troca de acusações feitas durante o debate presidencial da Band entre Lula e o candidato Flávio Bolsonaro (PL), realizado no último domingo (18), o petista afirmou estar disposto a autorizar a abertura de seus sigilos e dos familiares, desde que Flávio concordasse em fazer o mesmo.
Lula voltou a cobrar o adversário e se declarou disposto a mostrar quem “é ladrão nesse país e quem é corrupto”.Os advogados do presidente entraram com um pedido no TSE solicitando a quebra de sigilo bancário e telefônico do petista, da primeira-dama Janja da Silva e do seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, autorizando a divulgação de seus dados na plataforma DivulgaCandContas ou em outro site de acesso público.
O pedido exige que Flávio Bolsonaro faça o mesmo.
A medida incluiria informações do ex-presidente e pai de Flávio, Jair Bolsonaro, dos irmãos Carlos, Eduardo e Jair Renan Bolsonaro, da esposa, Fernanda Antunes, e da mãe, Rogéria Bolsonaro.
Ministro do Supremo Tribunal Federal e vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral, André Mendonça.
O ministro André Mendonça, vice-presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), foi sorteado relator de uma ação relacionada à quebra de sigilo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de familiares.
Após a troca de acusações feitas durante o debate presidencial da Band entre Lula e o candidato Flávio Bolsonaro (PL), realizado no último domingo (18), o petista afirmou estar disposto a autorizar a abertura de seus sigilos e dos familiares, desde que Flávio concordasse em fazer o mesmo.
Lula voltou a cobrar o adversário e se declarou disposto a mostrar quem “é ladrão nesse país e quem é corrupto”.
Quebra de sigilo: Flávio rebate alegando que Lula ‘não tem celular’
Quando Lula levantou esta hipótese durante o debate, Flávio Bolsonaro rebateu dizendo que achou a proposta “engraçada” porque, de acordo com ele, Lula “não tem celular”.
Em janeiro, durante evento realizado no Rio Grande do Sul, Lula disse que não tem celular e que só usa o aparelho para coisas de serviço que pede aos “companheiros”, criticando o uso irrefreável por outros agentes de Estado.
“Ao invés de ficar carregando celular na mão, eu prefiro coçar outras coisas”, disse Lula, considerando a prática uma dependência digital e chegando a comparar o ato com a dependência química.
com a dependência química.





