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Homem morto a tiros na frente da filha em bairro de alto padrão na Grande Florianópolis é identificado: ‘Era superfamília’, diz amigo Desastre

Homem morto a tiros na frente da filha em bairro de alto padrão na Grande Florianópolis é identificado: ‘Era superfamília’, diz amigo

30-09-2026 • há 13 horas

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Foi identificado como Rafael Alexandre Régis o homem de 36 anos que foi morto a tiros no início da tarde desta quarta-feira (30), na Rua dos Biguás, localizada no bairro planejado Pedra Branca, em Palhoça, na Grande Florianópolis.Segundo informações da PMSC (Polícia Militar de Santa Catarina), dois homens armados aguardavam no local dentro de um veículo Volkswagen Up branco estacionado. Quando Rafael se aproximou de seu veículo, também estacionado na mesma rua, a dupla desembarcou e efetuou diversos disparos contra ele, que não resistiu aos ferimentos e morreu no local.Rafael estava acompanhado da filha, que presenciou o crime. A Polícia Civil e a Polícia Militar trabalham nas investigações para esclarecer a motivação e identificar os autores do homicídio.“Um rapaz excepcional e de família”, desabafa amigo de infância O médico veterinário Leandro Jochen da Silva, amigo de infância da vítima, compartilhou um relato ao ND Mais lamentando a morte de Rafael. Leandro estudou com o irmão de Rafael no colégio Nossa Senhora de Fátima, no bairro Estreito, em Florianópolis, e acompanhou a trajetória da família ao longo dos anos. “Ele era um guri muito bom… um guri excepcional, um grande pai, um baita dum maridão”, relatou Leandro. Ainda no depoimento, o amigo destacou o perfil centrado de Rafael: “Nunca teve passagem pela polícia, não usava droga, mal bebia. Não era um cara de festa, era superfamília. Até agora a gente está sem entender nada. Ele ajudava o pai, ajudava a mãe, tentou de todas as formas ajudar o irmão (usuário de drogas). Um guri educadíssimo que nunca incomodou ninguém desde a infância.” 

Tradição e ligação com o CTG Os Praianos

Rafael também era conhecido e estimado por seu envolvimento na cultura gaúcha e sua participação ativa nas atividades do CTG Os Praianos, localizado em São José.

“Ele era um rapaz que gostava muito da tradição gaúcha, laçava em rodeio. A filhinha dele, com sete anos ali, já laçava a ‘vaca parada’. Ele fazia parte ali do CTG Os Praianos, todo mundo gostava. Um cara exemplar… dá vontade de chorar”, concluiu Leandro.

O CTG Os Praianos, fundado em 1972, foi o primeiro Centro de Tradições Gaúchas de São JoséFoto: Proporção correta 

                      O CTG Os Praianos, fundado em 1972, foi o primeiro Centro de Tradições Gaúchas de São José

Palavras-chave
Tradições Gaúchas de São José



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