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Alesc aprova licença e Jorginho Mello se afasta temporariamente do governo de SC Eleições

Alesc aprova licença e Jorginho Mello se afasta temporariamente do governo de SC

26-08-2026 há 19 horas

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O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), vai ficar afastado do cargo entre 29 de agosto e 5 de outubro. A licença foi aprovada pelos deputados estaduais da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) durante uma sessão extraordinária realizada na tarde desta quarta-feira (26).

A vice-governadora Marilisa Boehm (PL) vai assumir temporariamente o comando do Governo de Santa Catarina a partir do próximo sábado (29).

Por que Jorginho Mello pediu licença de governador?

O pedido de afastamento foi encaminhado pelo próprio governador à Alesc na segunda-feira (24), por meio da Mensagem 2055/2026. Segundo o documento, Jorginho solicitou a licença por motivos particulares, sem qualquer custo para os cofres públicos.

Como determina o procedimento, o pedido passou pela análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alesc. A comissão se reuniu de forma extraordinária e virtual nesta quarta-feira (26) e aprovou a proposta. 

Depois da análise na comissão, o texto foi levado ao Plenário, onde recebeu a aprovação dos deputados.

Licença não é renúncia

A aprovação do pedido não significa que Jorginho Mello deixará o cargo definitivamente. A medida trata de um afastamento temporário. Ao término do período autorizado pela Alesc, o governador poderá retornar normalmente às funções.

Além disso, segundo a assessoria de Jorginho, a licença foi solicitada sem ônus para o Estado, ou seja, o afastamento não prevê custos ao governo estadual relacionados ao período em que o governador estiver licenciado.

Como funciona a autorização?

O governador não pode simplesmente se afastar do cargo pelo período solicitado sem observar as regras previstas para esse tipo de situação. Por isso, o pedido foi enviado à Alesc, que é responsável por analisar e autorizar a licença. O processo ocorreu em duas etapas nesta quarta-feira: primeiro, a proposta foi aprovada pela CCJ e, depois, pelo Plenário da Assembleia Legislativa.

Palavras-chave
Plenário da Assembleia Legislativa.



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