MENU



Categoria bate o martelo e greve dos bancários tem data marcada após rejeição de proposta da Fenaban Economia

Categoria bate o martelo e greve dos bancários tem data marcada após rejeição de proposta da Fenaban

18-08-2026 há 13 horas

Publicidade

A categoria aprovou, em assembleias realizadas na segunda-feira (17), uma paralisação nacional de 24 horas para quinta-feira (20). A greve dos bancários foi anunciada após a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) ser rejeitada durante as negociações da Campanha Nacional Unificada de 2026. A campanha reivindica reajuste salarial e aumento do piso de ingresso para novos integrantes da categoria. A última rodada de negociação ocorreu na quinta-feira (13) e terminou sem acordo. Na ocasião, os bancos chegaram a propor a redução dos vales-refeição e alimentação em cidades do interior e ameaçaram recorrer ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) para validar a medida.A proposta de redução dos benefícios foi posteriormente retirada. Com isso, permaneceram sobre a mesa o congelamento do piso de ingresso para novos bancários e a previsão de reajustes diferenciados para três faixas salariais.

Os bancos, porém, não informaram quais seriam os parâmetros nem os percentuais definidos para cada uma dessas faixas.

Banco do Brasil em greve                                  Parsalisação nacional de 24 horas vai ocorrer na quinta-feira (20)

Greve dos bancários foi anunciada após rejeição de proposta

A greve dos bancários foi comunicada pelo Comando Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro após a proposta da Fenaban ser rejeitada por 97% da categoria. 

A paralisação prevista para quinta-feira (20) terá duração de 24 horas e ocorre em meio à negociação da Campanha Nacional Unificada de 2026.

A categoria defende, entre outros pontos, aumento real dos salários, valorização dos pisos, manutenção e melhoria dos tíquetes, participação nos lucros e resultados (PLR) e a criação de um piso específico para trabalhadores da área de tecnologia da informação (TI).

“Não aceitaremos retirada de direitos. Vamos defender a minuta aprovada pelos bancários e bancárias, por aumento real, valorização nos pisos, tíquetes, PLR e criação de um piso para os trabalhadores de TI”, destacou a coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira, ao final da última rodada, que foi encerrada sem acordo.

O anúncio da paralisação já consta no site do Comando Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro.

Santander em Greve                                                      Categoria não aceitou a proposta da Fenaban

O que está em negociação entre bancos e trabalhadores?

A negociação da Campanha Nacional Unificada de 2026 envolve reivindicações relacionadas à remuneração e às condições oferecidas aos trabalhadores do setor financeiro. 

Entre os principais pontos estão o reajuste salarial e a elevação do piso de ingresso para quem está entrando na categoria.A proposta apresentada pelos bancos também previa mudanças diferentes conforme as faixas salariais, mas os critérios e percentuais correspondentes não foram definidos.

Outro ponto que provocou reação durante a negociação foi a possibilidade de redução dos vales-refeição e alimentação para trabalhadores de cidades do interior.

Embora essa redução tenha sido retirada da proposta, o piso de ingresso para novos bancários permaneceu congelado na versão apresentada pela Fenaban. A categoria também reivindica a criação de um piso para profissionais de tecnologia da informação que atuam no setor financeiro.

Nova rodada pode definir futuro da paralisação

Uma nova rodada de negociação entre representantes dos trabalhadores e dos bancos ocorre nesta terça-feira (18), a oitava reunião da Campanha Nacional Unificada de 2026. O resultado da discussão será utilizado para avaliar se a paralisação prevista para quinta-feira será mantida ou se haverá possibilidade de construção de um acordo. A categoria rejeitou a proposta da Fenaban por ampla maioria, com 97% dos votos contrários, segundo o Comando Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro.

Caso as partes cheguem a um entendimento, o anúncio de paralisação poderá ser reavaliado pelos trabalhadores.

Se não houver acordo, a categoria deverá manter a mobilização prevista para quinta-feira (20), conforme a decisão tomada nas assembleias de segunda-feira (17).

Palavras-chave
Se não houver acordo a categoria



logo

Siga no
Instagram


@Imbituba News Oficial

Seguir

Inscreva-se
no Grupo de
WhatsApp

ENTRAR NO GRUPO