Um caso em Joinville, SC está gerando indignação nas redes sociais e reacendendo o debate sobre a segurança pública no Brasil. A revolta de toda população não é a toa.
O subtenente da PMSC Nelson de Oliveira e Silva, tratado dentro da corporação como uma "lenda", foi condenado a 3 anos em regime semiaberto por disparo de arma de fogo em via pública. A pena só saiu agora, seis anos depois do ocorrido.
O que aconteceu:
Na noite de 2020, o policial participava de uma perseguição de 17 km contra um motorista embriagado. Segundo os relatos, o homem furou cerca de dez semáforos, ameaçou matar moradores e ainda jogou o carro contra uma barreira policial. Para encerrar a fuga na saída da BR-101, o PM atirou nos pneus do veículo. Ninguém ficou ferido.
No interrogatório, o subtenente resumiu: preferiu "salvar uma vida a cumprir um POP".

A revolta:
Enquanto o policial foi condenado, o motorista que fugia admitiu na Justiça que a intenção era matar os vizinhos e seguiu solto, apenas com uma multa.
Para muitos, o caso escancara a "inversão de valores". É inadmissível ver um policial que agiu para proteger a população ser preso, enquanto o criminoso "sempre leva a melhor".
O episódio viralizou com a pergunta: até quando quem arrisca a vida pra proteger os outros vai ser punido, e quem ameaça matar vai ficar impune?
Palavras-chaveameaça matar vai ficar impune?





