A Nike, uma das maiores empresas globais de calçados, vestuário e equipamentos esportivos, anunciou nesta semana que cerca de 1.400 funcionários — concentrados, principalmente, na área de tecnologia — serão demitidos. Os cortes afetam sobretudo os Estados Unidos. Funcionários da Ásia e da Europa também fazem parte da decisão. Ao todo, as demissões representam menos de 2% do quadro total da empresa. As informações são da CNBC. Em nota, o diretor de operações da Nike, Venkatesh Alagirisamy, afirmou que os cortes fazem parte de um processo de reestruturação. A estratégia “Win Now” da Nike prevê a reformulação da equipe de tecnologia, a modernização da fabricação da linha Air, a transferência de parte das operações da Converse Footwear e a integração da cadeia de suprimentos de materiais às equipes de suprimentos de calçados e vestuário. "Essas reduções são muito difíceis para os colegas diretamente afetados e também para as equipes ao seu redor”, disse. "Esta não é uma nova direção”, escreveu Alagirisamy. “É a próxima fase de um trabalho que já está em andamento.”
Os funcionários afetados começaram a ser notificados na última quinta-feira (23). Segundo um porta-voz da empresa, as demissões têm como objetivo posicionar melhor a organização para o ritmo atual do esporte e acelerar o crescimento. Esta é a segunda demissão em massa da Nike neste ano.
Em janeiro, a empresa anunciou o corte de 775 vagas, principalmente em centros de distribuição nos Estados Unidos, como parte dos esforços para ampliar o uso de automação. Na época, a empresa afirmou que a medida fazia parte da meta de retomar o “crescimento lucrativo de longo prazo”.
Palavras-chave“crescimento lucrativo de longo prazo”.





